Turismo

Eurotrip parte 1 – Paris, onde a jornada começa

setembro 25, 2017 Por Fernanda Labes

Olá pessoal, tudo bem?

Primeiramente gostaria de deixar registrado que estou mega feliz com o convite em fazer parte deste reinado maravilhoso da Cami. Todo mês vou compartilhar algumas experiências em viagens com vocês. Espero que curtam as matérias!!! \o/

No ano passado realizei um grande sonho que era fazer uma Eurotrip e conhecer algumas das cidades mais maravilhosas do planeta.

Como não dá para conhecer tudo em 30 dias, dividi a trip nas seguintes cidades: Paris, Milão, Veneza, Roma, Florença, Pisa, Amsterdã e… Londres S2.

Hoje vou contar à vocês um pouquinho sobre minha experiência em Paris.

Fiz a viagem com uma amiga, a Ju, e tivemos vários alertas sobre os parisienses serem fechados e não gostarem de ajudar, ou seja, minha expectativa com a viagem era me limitar aos pontos turísticos sem muita interação e ajuda dos “locais”.

Como a viagem era mais no estilo “mochilão”, optamos por ficar em um hostel. Depois de pesquisar encontramos um que ficava há 10 minutos à pé da torre Eiffel, bem no “centrinho” de Paris, região da 15ªArr.

Olha quem nos recebeu em Paris!!

O hostel é uma ótima pedida para quem gosta de viajar e fazer novas amizades. Eu recomendo, pois a experiência é fantástica. No que ficamos (Three Ducks) tinha um pub no andar térreo, então até quem não estava hospedado acaba visitando. Conhecemos uma americana muito legal e temos amizade até hoje.

Nossa nova amiga, Christy

Falando um pouco sobre a viagem, quem ainda não conhece Paris precisa ir nos principais pontos turísticos da cidade. Fizemos quase todos à pé, exceto por nossa visita ao bucólico bairro de MontMartre, onde você pode visitar o café do filme “O fabuloso destino de Amelie Poulain”. Falando um pouco mais sobre este bairro, MontMartre tem ruazinhas arborizadas que são um cenário à parte e é também onde se localiza o famoso cabaré Moulin Rouge.

Continue o passeio seguindo em direção à lindíssima catedral de Sacre Coeur e sua vista panorâmica da cidade. Imperdível.

Vista das escadarias da Sacre Coeur. Magnífica

Para um passeio mais “charmoso” e “glamouroso”, caminhe sem pressa pela Champs Elyseés, famosa avenida com lojas de grifes famosas e que termina com o magnífico Arc de Triomphe.

Gente! Aqui preciso confessar algo para vocês, juro que nós tentamos atravessar a larga avenida para chegar perto do monumento, mas acreditem se quiser, não conseguimos encontrar a passagem (pela avenida é impossível atravessar, pois os carros não param nunca). Até pedimos ajuda à uma senhora que estava ao nosso lado. Ah, pois bem, lembram que haviam nos avisado sobre a simpatia francesa? Então, esta senhora foi a prova de que os franceses são sim, simpáticos. A pobrezinha não sabia nada em inglês, mas não mediu esforços para tentar nos ajudar, até mimica ela fez, pena que mesmo assim não conseguimos entender e, consequentemente, não conseguimos acessar o Arco. Claro que não quero que passem pelo mesmo apuro então, segue a dica. Para ter acesso ao Arco, passe pelo túnel subterrâneo. Há uma entrada para esse túnel na Champs Elysées, perto da entrada do Metrô.

Só vimos pelo outro lado da rua, mas valeu muito.

Para fechar, os dois pontos mais tradicionais de Paris, e onde fomos mais vezes passear, o incrível Museé du Louvre (e aqui vai uma dica essencial). O próprio programa do museu recomenda 1 semana (isso mesmo), 1 semana para conhecer todo o museu, então se você não dispõe de todo esse tempo, sugiro decidir o que considera de mais essencial na visita e se programar em quais alas vai entrar, senão vai passar um dia inteiro nele e não verá nem a metade do que gostaria. Nós decidimos antes o que gostaríamos muito de ver e quando chegamos já sabíamos exatamente para onde ir. Clique aqui e baixe o guia do museu. Outro ponto bem importante, nós fomos em janeiro, que é baixa temporada, então não pegamos fila e nem tivemos qualquer dificuldade em entrar, mas se você planeja ir entre junho e agosto sugiro adquirir os ingressos antecipadamente pelo site.

Olha ela aí!!!

Encerrando a matéria, certamente não posso deixar de mencionar a arquitetura mais icônica de Paris, a estonteante Eiffel Tower. Literalmente foi o primeiro lugar que visitamos e, quando íamos nos aproximando dela, toda iluminada, a sensação foi indescritível, realmente emocionante. Apenas ficar admirando de fora ou subindo um dos três níveis, o fato é que ela pode ser vista de diversos pontos da cidade, em seus imponentes 300 metros de altura e o curioso é que inicialmente ela foi rejeitada pelos franceses que, na época, acreditavam que ela estragaria a estética da cidade. Hoje é considerada um dos principais símbolos da cidade, ponto de encontro de românticos à admiradores de Paris.

à bientôt, Paris

Se você tinha dúvidas eu digo, visitem Paris, fiquem ao menos três dias desfrutando dos encantos da romântica cidade luz, é imperdível.

Beijos e até a próxima! 😉

Fernanda Labes
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Moda Masculina: Casamento durante o dia

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4 (ÓTIMOS) motivos para se inspirar nas makes de Kim Kardashian!

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Personalidade de televisão, socialite e modelo, Kim Kardashian é a musa de makes poderosas. Selecionei algumas delas para mostrar quais são os 4 ótimos motivos pra gente se inspirar nelas!

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International Jewellery London 2017

setembro 13, 2017 Por Camile Arndt

A Feira Internacional de Joias de Londres é um dos maiores e mais importantes eventos mundiais do setor. Desde 1955, quando aconteceu sua primeira edição no Royal Albert Hall, a IJL – International Jewellery London – vem melhorando e conquistando mais mercado a cada ano, sendo sinônimo de sucesso e lugar para ótimos negócios.

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Moda

Made in Brazil

setembro 11, 2017 Por Ju Schmidt

Alô Realeza! Recebi o convite mais que especial de estar aqui no blog com vocês com uma coluna mensal em que prometo trazer coisas bem interessantes que criem uma conexão Brasil – Londres.

Em abril, cursei Jornalismo de Moda na Central Saint Martins, ocasião em que conheci a Rainha mor Camile Arndt, durante o curso notei o quanto a forma de consumir moda é diferente nesses dois lugares. Enquanto o Brasil ainda vive sob a máxima mais é mais, Londres é o completo oposto e isso se reflete nas revistas de moda, no merchandising das marcas e no street style.

Não acho que um posicionamento seja errado e outro certo, não é isso, mas acho que trata-se da própria organização social de cada lugar, tendo como consequência o clima, a cultura e as obrigações diferenciadas. Isso explica, porque algumas tendências em alta em Londres acabam nunca chegando ao Brasil e vise e versa.

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